Mais uma roda de diálogo aconteceu no CCLF, na última quarta-feira. Jornalistas dos três veículos impressos estiveram presentes para discutir a cobertura da imprensa em relação à criança e ao adolescente. O debate contou também com as análises feitas por Valéria Nepomuceno, do Cendhec.

Um dos consensos foi que houve uma melhora significativa da cobertura da imprensa, se comparar com a década 90. Essa melhora foi atribuída a vários atores, entre eles, o Ministério Público e sociedade civil. O Estatuto da Criança e do Adolescente também foi citado como um instrumento fundamental nesse processo.

Uma das questões apontadas foi o “corte” de classe que acontece nessas coberturas, por exemplo, a forma como é coberto um assassinato de uma criança de classe média e uma criança de classe baixa.

As informações sobre essas rodas de diálogos estão sendo sistematizadas numa publicação que será lançada pelo CCLF.  A próxima roda será sobre os quilombolas, em novembro.

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